Imagem do dia – 20/Março/2013

Pôr-do-sol em Florianópolis – Brasil

Vista de um por do Sol em Florianópolis, a partir do Centro e em horário de rush. Na imagem, que dá vista para a parte continental da cidade, é possível ver as pontes Colombo Salles e Pedro Ivo, além da Pedra Branca, já na cidade de Palhoça/SC e que marca também o começo da Serra do Tabuleiro, uma área de preservação ambiental. Em algumas épocas do ano, como fevereiro e março, o sol se põe justamente atrás do maciço da Pedra Branca e resulta em uma bela chance de compor juntos em uma foto dois dos ícones da cidade.
O pôr-do-sol é um dos aspectos mais fascinantes de Florianópolis; desde que adotei a cidade não canso de me surpreender com a enorme variedade de “pôres-do-sol“, com céus muito coloridos e de tons que vão desde o rosa-alaranjado até o azul-arroxeado, fornecendo muito material para belíssimos deleites aos olhos. Eis aí uma das imagens que atestam esta sentença.

EXIF:
Shutter: 1/100s
Focal length (DX): 140mm
Aperture: f/7.1
ISO: 800

Esta foto no mapa:


Imagem do dia – 28/Fevereiro/2013

Vista da cidade a partir do Montmartre – Paris – França

Quase no topo da colina de Montmartre, em Paris, há uma bela vista da cidade entre as escadarias, edifícios antigos e vegetação. Nesta foto, o prédio no horizonte com uma cúpula dourada é o Hôtel des Invalides, um enorme complexo que inicialmente serviu para dar abrigo aos inválidos – Luís XIV o construiu para abrigar os inválidos de seus exércitos – é monumento militar e, por fim, local onde localiza-se a tumba de Napoleão Bonaparte e vários outros protagonistas da história militar francesa. A maioria dos prédios no Montmartre foram levantados entre os Séc. XVIII e XX e têm a típica arquitetura parisiense, incluindo aí seus distintos telhados. Ou seja, ir ao Montmartre e seguir vagando pelas ruas estreitas de subida acentuada proporciona uma boa ideia de como era a Paris de antigamente em um bairro de características únicas. No topo do Montmartre, o ponto mais alto da cidade, está situada a Basilique du Sacré Cœur, toda em branco e de arquitetura romano-bizantina.
Para chegar lá, basta descer em uma das várias estações espalhadas pelo bairro, no entorno da colina de Montmartre, e subir sempre – se tiver tempo, dê-se ao direito de se perder nas ruazinhas. Dentre as principais estações do métro, está a Pigalle (linha 12) e Anvers (linha 2), onde quem está com preguiça ou não quer subir a pé, dá para pegar o funicular para ir morro acima até a basílica. Além do funicular e a pé, há ainda a opção de pegar o Montmartrebus, um ônibus menor e que circula apenas pelo bairro e é uma boa pedida para quem deseja explorar o bairro sem ficar cansado de tanto sobe-e-desce.

EXIF:
Shutter: 1/1000s
Focal length (DX): 35mm
Aperture: f/2.8
ISO: 200

Esta foto no mapa:


Roteiro: China

China! O que fazer tão longe? Para descobrir, montei o roteiro de uma viagem para lá em maio de 2013.
A China é um país de dimensões continentais, maior que o Brasil e passar 15 dias por lá é um sonho sendo realizado, mas não dá para desvendar tudo o que o país tem a oferecer. Portanto, decidi fazer um trajeto específico, pontilhado por alguns aspectos importantes: história imperial, cultural e algumas belezas naturais. No interior, o “eixo” escolhido é em torno da Rota da Seda, mais especificamente o Corredor de Hexi, a parte norte desta rota formada por alguns oásis e que atravessa a província de Gansu no sentido Noroeste-Sudeste, tendo mais de 1000 km.
As outras regiões da China pretendo visitar em outras oportunidades porque com tanta história e belezas naturais, o país merece ser explorado em detalhes.

Dias 1 a 6

Em Pequim – ou Beijing (北京) começa a viagem, com 5 dias para conhecer a cidade e me “aclimatar” com o modo de ser e viver da China e seu povo, também me preparando para encarar o remoto interior chinês, onde quase não há quem fale inglês. Mandarim – e dicionário/livrinho com frases para viajantes – a todo vapor. É bom dar uma estudada (é relativamente fácil) na pronúncia do pinyin, a versão fonética em alfabeto latino do Mandarim.

Em Beijing há várias atrações, indo de gastronômicas a históricas, passando por cultura e sociedade, que preenchem facilmente cinco dias, até porque um deles planejei dedicar exclusivamente a uma day-trip à Grande Muralha em um trecho mais afastado e isolado, evitando a grande quantidade de turistas que a visitam nos pontos mais próximos a Beijing. E ainda terei mais dois dias “extras” na cidade no final da viagem para completar alguma visita que faltou ser feita ou rever algum local que me pareceu interessante.

Com exceção do Palácio de Verão, que fica mais afastado do centro da capital chinesa, quase todas as principais atrações e monumentos ficam na região central, em um raio de até 5 quilômetros a partir da Cidade Proibida (na verdade a praça Tian’an men é o marco zero) e acessíveis rapidamente por metrô (baratíssimo) e táxis (relativamente baratos).

Como o albergue (reservado via Hostelworld) que escolhi ficar se localiza em um hútòng (região com as típicas ruelas estreitas formadas por várias casas de família que nelas moram por várias gerações, ou seja, por séculos), que é uma atração por si só; assim acabei unindo o útil ao agradável na hora da escolha, pois havia planejado visitar alguns hútòngs em Beijing. Desde a Revolução Cultural de 1949 estes hútòngs estão caminhando a passos largos para a extinção, pois a pressão do mercado imobiliário (e governo, na ânsia de modernizar a cidade) tem demolido vários quarteirões para darem lugar a largas avenidas e arranha-céus. Atualmente alguns hútòngs estão sob proteção governamental com o status de patrimônio histórico e atraem muitos turistas.


Visualizar CHINA – Roteiro MAY13 em um mapa maior

De Beijing, no final da manhã do sexto dia irei para Jiayuguan (嘉峪关市), uma pequena cidade (apenas ~230.000 habitantes) a cerca de 1.600 quilômetros de distância. Só há um voo por dia (e bem caro – CNY 1880 + CNY 180 em taxas), que faz uma escala de 50 minutos em Lanzhou. Veja o trajeto do voo na linha verde clara no mapa acima.
Em tempo: usei o Ctrip.com para fazer a reserva das passagens aéreas (e alguns hotéis) na China.

Jiayuguan é uma cidade que por séculos era o último local civilizado da China e dali em diante, em direção ao Deserto de Gobi, era terra habitada pelos exércitos de bárbaros (na verdade eram os mongóis – que causaram terror aos chineses por muitos séculos). Eis um dos motivos para ali ser a ponta mais ocidental da Grande Muralha da China, onde foi construído um forte no Passo de Jiayuguan (“guan” significa passagem em chinês, por isso o nome Jiayuguan), o ponto mais estreito entre duas cadeias de montanhas, com o Gobi ao norte e as Qilian ao sul. Este trecho da Muralha tem um detalhe interessante que o diferencia do restante da Grande Muralha que conhecemos e que é feita de pedras: foi construída em taipa, ou seja, argila e cascalho. Basicamente, separa o deserto da cidade e, além do forte, há postos de observação que eram usados pelos militares a serviço dos imperadores. Ah, e claro, a cidade era uma das paradas da Rota da Seda. Dos arredores de Jiayuguan há uma bela vista das montanhas Qilian.

Dias 7 a 10

No dia seguinte, após visitar alguns locais históricos em Jiayuguan (são poucos, mas muito interessantes) até o fim de tarde, embarco no trem e mantendo-me no trajeto da Rota da Seda, sigo (ver linha roxa no mapa) rumo a Zhangye (张掖), outra cidade pequena (para os padrões chineses, pois possui cerca de 1,2 milhão de habitantes). De Zhangye dá para visitar dois locais muito interessantes: o Danxia Landform Geopark, a cerca de 60km ao sudoeste de Zhangye. Para quem não sabe, são aquelas montanhas coloridas que às vezes vemos em algumas fotos (basta procurar no Google Imagens por “Danxia landforms”), de várias camadas que parecem que foram pintadas em linhas atravessando por sucessivas montanhas. O melhor horário para ir lá é por volta das 15h30, chegando 1 hora depois (de táxi) e usufruindo a melhor luz para deixar as cores bem evidentes. Se chover um pouco antes, as cores ficam mais saturadas e fica mais bonito ainda.
Um outro ponto interessante nos arredores de Zhangye é o Mati Si, ou Templo do Casco de Cavalo (nome baseado em uma lenda chinesa), um monastério budista encravado na montanha, com cavernas serpenteando pedra adentro e varandinhas em cada “janela”. As sacadas ficam praticamente penduradas para fora da rocha. Além de bonito é impressionante.

Em Zhangye no final do segundo dia é hora de pegar o trem noturno em uma jornada de 11 horas rumo a Tianshui (天水), a segunda maior cidade da província de Gansu e quase na divisa com a província de Shaanxi. Em Tianshui um dos pontos de interesse é as cavernas de Maiji Shan, um santuário budista escavado em uma pedra enorme (que de longe lembra um monte de feno – Maiji Shan) e possui mais de 7.000 esculturas budistas e murais espalhados pela “fachada” e em cavernas esculpidas dentro da pedra. E tudo isto começou a ser feito entre os Sécs. IV e V.

Dias 11 a 13

De Tianshui no fim de tarde é hora de rumar para Xi’an (西安), mais uma cidade carregada de história, pois foi (e é) uma das principais cidades da China – tendo mais de 3.100 anos e serviu de capital sob as dinastias mais importantes da história chinesa. Junto a toda essa bagagem ainda localiza-se na ponta oriental da Rota da Seda e também abriga os mais de 8 mil Guerreiros de Terracota. E até hoje a muralha da cidade está de pé e em bom estado, virando uma grande atração pedalar de bicicleta alugada por cima do largo muro (de quase 20 metros), sem contar as torres, pagodas e outras atrações históricas. Ou seja, bons motivos para passar 3 ou mais dias na cidade não faltam.

No 13º dia, em Xi’an embarco em voo noturno por volta das 21h e inicio a última perna do tour pela China, chegando a Beijing cerca de 2 horas depois, rumando direto para o hostel e dormir para aproveitar os dois próximos dias mais descansado.

Dias 14 e 15

Últimos dias em Beijing e na China. Ao menos serão dois dias “cheios”, pois terei manhã, tarde e noite destes dias disponíveis para dar umas voltas, (re)visitar atrações e fazer algum passeio que tenha deixado para depois. O voo de volta para o Brasil está previsto para as 23h55 do 15º dia.

Enfim, ir para a China é um pouco desafiador, principalmente pela barreira da língua para quem não é fluente em mandarim ou algum dialeto chinês, já que na China muitos habitantes não conseguem interpretar os caracteres ocidentais, tampouco falar e entender outra língua. Mas com planejamento, boa vontade e muita disposição para as surpresas que podem aparecer pelo caminho é bem possível viajar independentemente, sem ficar à mercê das empresas de tours organizados em grupos.

Para saber como as coisas funcionam, o way of life chinês e como chegar a algum lugar ou cidade, os fóruns de viajantes na internet são uma preciosa fonte de conhecimento, pois quase sempre são informações atuais (ao contrário dos guias de viagem, que são atualizados em intervalos de 1 ano na melhor das hipóteses), além de darem opiniões e sugestões para o seu roteiro, ajudando a deixar tudo redondinho.

Os principais fóruns que consultei são:

TripAdvisor (o mais completo, em inglês. Bom substituto para o Thorn Tree, do Lonely Planet)
Mochileiros.com (há boas informações na seção de roteiros e na seção de relatos de viagem)

Não irei prometer, mas pretendo fazer um post com mais detalhes das cidades que irei visitar, mostrando as atrações nas quais tenho interesse em conhecer e também mostrar como fiz para obter passagens de trem – que na China se esgotam rapidamente por ser um meio de transporte muito popular graças a uma malha ferroviária bem ampla e a preços razoáveis.

Imagem do dia – 13/Janeiro/2013

Amanhecer no lago de Konstanz (Bodensee) – Alemanha

Depois de uma noite mal dormida na baldeação em Schaffhausen (Suíça) – havíamos chegado por volta de 1h da manhã e saímos às 5h45 – e após cruzar a fronteira Suíça->Alemanha, o trem seguia a viagem pelo interior do sul da Alemanha. Poucos quilômetros após sair de Schaffhausen e cruzar a fronteira em direção a Munique (München), o trem passou por Ludwigschafen, onde a partir deste ponto segue praticamente margeando o Bodensee (lago de Konstanz) por vários quilômetros.
Apesar do sono e cansaço, não dava para deixar de admirar a paisagem deslumbrante que se descortinou por volta das 6h30 da manhã: a névoa sobre o lago começara a se dissipar e a luz dourada do amanhecer banhava os barcos esparramados pelas margens ao longo dos quilômetros e várias cidadezinhas do caminho. Estava parecendo cena de filme: como o nosso trem era um trem comum, de transporte urbano entre as cidades da região (era uma linha entre Schaffhausen e Friedrichshafen), muitos estudantes indo para a escola e vários trabalhadores embarcavam e desembarcavam a cada cidadezinha onde o trem fazia as paradas, entregando a chance de observarmos os locais na sua rotina diária. O cenário, com o Bodensee praticamente em azul-dourado nas janelas à direita era espetacular.
Isto e o sono que insistia em nos martelar fazia uma vontade ser grande: descer em uma destas cidadezinhas, com bagagens e tudo, escolher um gramado à beira-lago e lá deitar por horas sob o sol aconchegante (estava um friozinho gostoso).
Mas infelizmente tínhamos hora marcada para estar em Munique, então não passou de um devaneio adiado e instantaneamente registrado em uma única imagem – havia muitos reflexos no vidro do trem por causa do sol mais baixo da manhã.

EXIF:
Shutter: 1/400s
Focal length (DX): 35mm
Aperture: f/5
ISO: 200

Esta foto no mapa:


Imagem do dia – 10/Janeiro/2013

A Sinwellturm – castelo de Nürnberg – Alemanha

Foto feita a partir do pátio interno do castelo de Nürnberg (Nuremberg), mostrando a Sinwellturm (Torre Sinwell), uma das várias construções que compõem o castelo, que mais se assemelha a uma micro-cidade, com algumas casas e construções maiores dentro da parte murada. O castelo de Nuremberg (Nürnberger Burg) tem os primeiros registros por volta do ano 1100. Durante os bombardeios da Segunda Guerra Mundial que arrasaram Nuremberg, a Sinwellturm foi uma das pouquíssimas construções que passaram intactas por este triste período.
O castelo tem um belo e bem cuidado pátio e como fica no topo de uma colina, dentro e ao norte da parte murada (cidade antiga), há uma bela vista da cidade. A entrada no pátio do castelo é gratuita, mas para um tour em seu interior é cobrado ingresso. É a cereja do bolo da “velha” Nürnberg, que esconde muitos pequenos tesouros nesta cidade cercada por antigos muros.
Na subida ou descida, nas ruas próximas ao castelo há ótimos bares e pubs no estilo alemão – discretíssimos e com comidinhas fartamente maravilhosas. Sem falar nas cervejas caseiras da região – espetaculares.

EXIF:
Shutter: 1/1000s
Focal length (DX): 11mm
Aperture: f/7.1
ISO: 200

Esta foto no mapa:


Foto-série: trabalhadores ao pôr-do-sol

Ao invés da foto do dia, desta vez irei fazer um post na forma de foto-série, que aborda um tema específico através de uma sequência de imagens, todas dentro de um assunto específico.
Esta abordagem dá a oportunidade de explorar de diversos ângulos e situações um só tema, proporcionando diversidade visual e arejando as composições das fotos.

Para inaugurar as foto-séries escolhi um ensaio registrado em Manaus, às margens do Rio Negro enquanto o sol se punha – ao mesmo tempo deslumbrante e indiferente ao ritmo dos apressados trabalhadores, que davam os últimos retoques para colocar um barco na água antes do sol se pôr. Depois que o sol se põe, resta descansar admirando as cores do céu.

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Imagem do dia – 26/Dezembro/2012

Arco-íris em Spiez – Suíça

No dia em que fizemos o passeio de barco, após desembarcar em Spiez – uma das cidades no entorno do Thunersee e depois de passear pela cidade que se revela em 2~3 horas de caminhada, era hora de embarcar no trem de volta para Interlaken. Chegando na estação caiu uma chuva rápida, como aquelas de verão (era primavera), que deixam o sol rasgar por entre as nuvens de vez em quando. Até aí tudo normal (e bonito, com uma bela luz) até que no momento em que o trem começa a andar e a chuva parou, notamos o arco-íris no lado de fora do trem, pairando acima do lago Thun e das casinhas na margem. O cenário, que já era bonito, ficou com um toque especial.

EXIF:
Shutter: 1/400s
Focal length (DX): 40mm
Aperture: f/11
ISO: 200

Esta foto no mapa:


Imagem do dia – 23/Dezembro/2012

Antiga locomotiva em Wilderswil – Suíça

Uma antiga locomotiva estacionada na estação de Wilderswil, onde fizemos a nossa base próxima a Interlaken. Em alguns trechos turísticos na região estas locomotivas antigas (esta é elétrica, mas existem algumas a vapor) são postas para circular em tons de nostalgia e resgate da (orgulhosa) história das ferrovias nos Alpes Suíços. Na região central da Suíça, Berner Oberland, a maior parte do transporte é feito por trens regionais e assim se desenvolveu a região, por isso criou-se esta identificação com os trens ao longo dos anos. Para se ter uma ideia, o Jungfraubahn, o caminho de ferro que leva ao Jungfraujoch – o topo da Europa, como dizem na propaganda – fez 100 anos em 2012 e assim desenvolveram um forte marketing em cima desta marca histórica, abrangendo toda a região do Jungfrau.

EXIF:
Shutter: 1/500s
Focal length (DX): 35mm
Aperture: f/4
ISO: 200

Esta foto no mapa:


Imagem do dia – 20/Dezembro/2012

Oudekerk à noite – Amsterdam – Holanda

Para quem não quer ficar trancado no hotel depois que o sol se põe em Amsterdam, é bem tranquilo de sair à noite pela região central no cinturão de canais (Grachtengordel) e também há bastante opções de lazer. Mesmo sendo noite, esta parte da cidade continua agitada com vários bares, restaurantes, coffeeshops e pubs abertos. Sem contar a fotogenia, claro, que entrega cenários muito diferentes dos habituais, afinal não é em qualquer lugar que se acha uma boa combinação de canais + agito noturno + arquitetura histórica. Amsterdam atende muito bem a estes requisitos e raramente desaponta seus visitantes que buscam esse estilo de diversão.

EXIF:
Shutter: 1/30s
Focal length (DX): 35mm
Aperture: f/2.8
ISO: 1600

Esta foto no mapa:


Imagem do dia – 17/Dezembro/2012

Pôr-do-sol no Rio Negro – Manaus – Brasil

Desde a primeira vez em Manaus havia ouvido falar sobre o pôr-do-sol no Rio Negro e isto me deixou com grande vontade de conferir in loco. Então quando tivemos a oportunidade, rumamos para o bairro de Educandos (um dos mais antigos da cidade), que fica no topo de uma colina e de onde há uma vista privilegiada acima do rio, com uma pequena avenida o contornando e fazendo uma espécie de orla alta, onde há vários barzinhos com varandas espaçosas que servem de mirantes. Nesta época do ano (dezembro), o rio está em níveis bem baixos por ser a época da “seca” na Amazônia e quando o rio baixa, enormes trechos de terra, onde era/é o leito do rio nas cheias, ficam “disponíveis” por alguns meses e a população local faz destes locais de estaleiros improvisados, estacionando, reformando e consertando os barcos – repare nos trilhos de madeira para erguer os barcos. Uma curiosidade é que neste local o grande Rio Negro é “apenas” o rio Negro, pois a junção com o Rio Solimões se dá a cerca de 2 km rio abaixo, formando o Encontro das Águas e o Rio Amazonas. No mapa abaixo clique no botão “Satélite” para ter uma vista de cima de onde os rios se encontram.
Para esta foto, não contente com a vista do alto e querendo fazer um retrato mais aproximado, decidi descer e fazer alguns registros (que posteriormente serão publicados em um foto-ensaio) desta área tipicamente inundada nas cheias. A força da natureza na Amazônia e nos rios é impressionante, chegando a dezenas de metros de diferença o nível do rio entre a cheia e a baixa. E bela: assistir o pôr-do-sol no Rio Negro é um dos programas imperdíveis em Manaus e o mais interessante é que não faltam bons lugares para escolher e se acomodar: Ponta Negra, Educandos, Centro…

EXIF:
Shutter: 1/640s
Focal length (DX): 8mm fisheye
Aperture: f/5.6
ISO: 500

Esta foto no mapa: